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Lançamento do livro "Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações"
Friday, December 04, 2009 :: 6:35 AM
Publicado por hernani.soares :: 1082 Visualizações :: Eventos
Sinto-me muito gratificado em apresentar mais um livro da Série ABEPRO de Engenharia de Produção. O livro Metodologia de Pesquisa para Engenharia de Produção é o oitavo livro publicado sob os auspícios do Núcleo Editorial da Associação Brasileira de Engenharia de Produção (NEA/ABEPRO). No âmbito desta Série também foi lançado
o livro Confiabilidade e Manutenção Industrial. Pela Coleção CAMPUS-ABEPRO foram lançados os livros de Gestão da Qualidade, Pesquisa Operacional, Engenharia Econômica
e Finanças, Projeto do Produto, Introdução à Engenharia de Produção e Planejamento e Controle da Produção. Os livros lançados vêm alcançando inquestionável sucesso junto à comunidade brasileira de Engenharia de Produção. Este sucesso reflete a escolha acertada
dos temas tratados pela Série ABEPRO e pela Coleção e o zelo e cuidado com os quais as obras editadas são construídas. O livro que se encontra agora em suas mãos não é excessão a esta regra. Estou convicto de que esta obra alcançará o sucesso das outras já lançadas.
Todos os projetos editoriais que resultam nos livros da Série ABEPRO de Engenharia
de Produção e da Coleção são examinados por um comitê de especialistas nacionais
indicados pelo Núcleo Editorial da ABEPRO. Esses especialistas avaliam a competência
e experiência dos autores nos temas que serão abordados, bem como a aderência do conteúdo às disciplinas dos cursos de Engenharia de Produção. Desta forma, o leitor pode ter a certeza de que os principais assuntos, na área abordada, estão presentes nos livros da Série ABEPRO e da Coleção.
Este livro é o resultado do trabalho e da experiência de nove pesquisadores ligados a algumas das mais prestigiosas instituições de ensino e pesquisa em Engenharia de Produção
do país. A experiência de longos anos de ensino e pesquisa coloca esses profissionais
em uma posição extremamente favorável para a elaboração deste livro. Vale destacar que a carreira de ensino e pesquisa dos autores foi construída em cursos de Engenharia de Produção. Este fato torna-se relevante na medida em que o livro tem características que o tornam especialmente adaptado às pesquisas em Engenharia de Produção.
Este texto supre uma carência importante na literatura nacional especializada em Engenharia de Produção. O número de publicações de pesquisadores brasileiros em
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Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações ELSEVIER
periódicos nacionais e internacionais vem aumentando rapidamente nos últimos anos. Este aumento também pode ser verifi cado na área da Engenharia de Produção (EP). No entanto, a comunidade de EP tem condições de aumentar ainda mais este nível de
publicação. Para isso, é vital que os trabalhos científi cos gerados nas pesquisas dos nossos
cientistas estejam ancorados em uma base metodológica teoricamente sólida e adaptada
aos problemas estudados por nossos pesquisadores. Obviamente que a publicação em
periódicos nacionais e internacionais não pode e não deve ser um fi m em si mesmo. To-
davia, ela sinaliza a qualidade do trabalho de pesquisa desenvolvido e o interesse que ele
desperta na comunidade acadêmica e empresarial. Ao contrário da maioria dos livros da Coleção CAMPUS-ABEPRO, normal-
mente focados em uma das grandes áreas de conhecimento da Engenharia de Produção, o livro Metodologia de Pesquisa para Engenharia de Produção aborda um tema transversal
a todas as áreas da Engenharia de Produção. Trata-se, portanto, de leitura indispensável
para todos aqueles que realizam pesquisas em Engenharia de Produção. Pesquisadores
seniores, mas também mestrandos, doutorandos e estudantes de graduação em fase de
construção de suas monografi as, encontrarão neste livro o material necessário para dis-
cutir, defi nir e justifi car a melhor metodologia a ser utilizada na abordagem dos seus
problemas de pesquisa.
Com mais este lançamento a ABEPRO e a CAMPUS acreditam estar contri-
buindo para que os objetivos da Coleção sejam atingidos. Estes livros pretendem dis-
ponibilizar aos profi ssionais de Engenharia de Produção do Brasil um conjunto de co-
nhecimentos que estejam sintonizados com o que de mais atual existe nas várias áreas
da Engenharia de Produção no mundo, mas que estejam alinhados com a realidade das
instituições brasileiras.
Aos leitores eu deixo o prazer de descobrir o conteúdo do livro e a forma pela qual
ele pode robustecer cientifi camente o trabalho dos acadêmicos e profi ssionais em Enge-
nharia de Produção do país.
Boa leitura!
Mário Otávio Batalha
Coordenador da Série ABEPRO de Engenharia de Produção
Coordenador do Núcleo Editorial da ABEPRO
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Os Autores
Paulo Augusto Cauchick Miguel (organizador)
Graduação em engenharia de produção mecânica pela Universidade Metodista de Piracicaba (1986), mestrado em engenharia mecânica pela Universidade Estadual de Campinas — Unicamp (1992), PhD em Manufacturing Engineering pela Universidade de Birmingham, Inglaterra (1996), pós-doutorado no Malcolm Baldrige National Quality
Award do National Institute of Standards and Technology — NIST, nos Estados Unidos (2004), e livre-docência pela Escola Politécnica da USP (2006). Teve atuação industrial na área de planejamento de processos em empresas do setor automotivo e de máquinas-ferramentas (1985-1990). Atualmente, é professor associado no Departamento
de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e professor doutor do mestrado em engenharia de produção da Universidade Nove de Julho. Tem experiência na área de engenharia de produção, atuando em desenvolvimento de novos produtos e gestão da qualidade.
Afonso Fleury
É professor titular da Universidade de São Paulo. Na condição de Visiting Scholar, trabalhou junto ao Institute of Development Studies da University of Sussex, Tokyo Institute
of Technology, Laboratoire Territoire, Technologies et Societés da Ecole Nationale des Ponts et Chaussés e Institute for Manufacturing da University of Cambridge. Desenvolveu
estudos e projetos para International Labour Office, United Nations University, PNUD/UNCTAD, entre outros. Tem experiência na área de engenharia de produção, com ênfase em organização do trabalho, gestão da tecnologia e da engenharia, gestão de operações globais. Atua principalmente nas áreas de administração de empresas, cadeias
produtivas, internacionalização, administração e planejamento estratégico, análise e planejamento. É Vice-President Américas da Production and Operations Management Society, Associate Editor do Journal of Manufacturing Technology Management (Inglaterra)
e Regional Editor do Operations Management Research (Estados Unidos).
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Carlos Henrique Pereira Mello
Graduação em engenharia mecânica com ênfase em gerência da produção pela
Universidade Federal de Itajubá (1994), mestrado em engenharia de produção pela Uni-
versidade Federal de Itajubá (1998) e doutorado em engenharia de produção pela
Universidade de São Paulo (2005). Atualmente é professor adjunto da Universidade
Federal de Itajubá. Tem experiência na área de gestão da qualidade e desenvolvimento de
produtos, com ênfase em engenharias, atuando principalmente em serviços, desenvolvi-
mento de serviços, qualidade, sistema de gestão da qualidade, gestão do desenvolvimento
de produtos e gestão de projetos.
Davi Noboru Nakano
Graduado em engenharia mecânica pela Universidade de São Paulo (1982), mes-
trado (1997) e doutorado (2002) em engenharia de produção pela Universidade de São
Paulo. Pesquisador visitante na University of Alberta, Canadá (2000). Tem experiência
profi ssional de 12 anos em empresas dos ramos petroquímico, têxtil e automotivo. Atual-
mente é professor doutor da Universidade de São Paulo, revisor dos periódicos:
Gestão e Produção, Produção, RAUSP e RAE. Seus interesses de pesquisa incluem gestão
do conhecimento, empresas de serviços profi ssionais e indústrias criativas.
João Batista Turrioni
Graduação em engenharia de produção pela Universidade Federal de Itajubá
(1983), mestrado em engenharia (engenharia de produção) pela Universidade de São
Paulo (1993) e doutorado em engenharia (engenharia de produção) pela Universidade de
São Paulo (1999) e pós-doutorado na University of Texas at Austin (2008). Atualmente
é professor adjunto da Universidade Federal de Itajubá. Tem experiência na área de en-
genharia de produção, com ênfase em garantia de controle de qualidade, atuando princi-
palmente em qualidade, gestão da qualidade, QFD, ISO 9000 e qualidade em serviços.
Linda Lee Ho
Graduação em estatística pela Universidade de São Paulo (1978), mestrado em es-
tatística pela Universidade de São Paulo (1987) e doutorado em engenharia (engenharia
de produção) pela Universidade de São Paulo (1995). Atualmente é professora associada
do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de
São Paulo. É revisora dos periódicos: International Journal of Production Economics, revista
Produção, Gestão & Produção, European Journal of Operational Research, Pesquisa Operacio-
nal, Technometrics, Quality and Reliability Engineering International, Brazilian Journal of Operation Management, Produto & Produção, International Journal of Quality and Relia-
bility Management, Computers & Industrial Engineering, Applied Mathematical Modelling.
Em 2007 foi coeditora da revista Produção e desde 2008 é sua editora. Tem experiência na
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Os Autores
área de engenharia de produção, com ênfase em estatística aplicada à engenharia, atuando
principalmente em cartas de controle, índice de capacidade, erro de diagnóstico, análise
estatística e controle on-line por atributos e variáveis.
Reinaldo Morabito Neto
Graduação em engenharia civil pela Universidade Estadual de Campinas (1984), mestrado em ciências da computação e matemática computacional pela Universidade de
São Paulo (1989), doutorado em engenharia de transportes pela Universidade de São Paulo
(1992) e livre-docência em engenharia mecânica pela Universidade de São Paulo (1998). Desenvolveu projeto de pós-doutorado na Sloan School of Management do Massachusetts
Institute of Technology (1994). Atualmente é professor associado da Universidade Federal
de São Carlos e pesquisador CNPq nível 1A em engenharia de produção e transportes. Tem experiência na área de engenharia de produção com ênfase na aplicação de modelos e
métodos de pesquisa operacional em sistemas de produção e logística.
Roberto Antonio Martins
Graduação em engenharia de produção mecânica pela Escola de Engenharia de
São Carlos da Universidade de São Paulo (1990), mestrado em engenharia (engenharia de
produção) pela Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (1993)
e doutorado em engenharia (engenharia de produção) pela Escola Politécnica da Univer-
sidade de São Paulo (1999). Atualmente é professor associado da Universidade Federal de
São Carlos lotado no Departamento de Engenharia de Produção. Tem experiência na área
de engenharia de produção com ênfase em medição de desempenho e gestão da qualidade, atuando principalmente em medição de desempenho, indicadores de desempenho, sistemas
de medição de desempenho, melhoria contínua e gestão da qualidade.
Vitória Maria Miranda Pureza
Graduação em engenharia química pela Universidade Estadual de Campinas
(1987), mestrado em engenharia elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (1990), doutorado em engenharia elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (1996) e pós-
doutorado pelo Centre de Recherche sur les Transports, Université de Montreal (2007). É
atualmente professora associada no Departamento de Engenharia de Produção da Univer-
sidade Federal de São Carlos. Sua área de atuação é pesquisa operacional, com ênfase em
métodos heurísticos para problemas de otimização combinatória, em particular problemas
de corte e empacotamento e problemas de roteamento e programação de veículos.
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Prefácio
Este livro vem em muito boa hora. Representa mais um passo importante no sentido do amadurecimento e consolidação da engenharia de produção como área de pesquisa relevante no país.
Como pesquisador, fui apresentado aos conceitos e técnicas metodológicas em pesquisa quando fazia meu doutoramento na Universidade de Warwick, no Reino Unido. Estando lá ligado a um departamento de administração de empresas e sendo egresso de um departamento de engenharia de produção, onde havia recentemente terminado meu mestrado, impressionou-me a diferença na exigência e ênfase nos aspectos metodológicos
de pesquisa, entre os dois departamentos. Comecei então a aprofundar-me mais no tema e passei a entender melhor a sua importância vital para o progresso da engenharia de produção como área de pesquisa. Na minha volta ao Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP em 1992, onde à época ensinava, fiz parte de um grupo de professores que passou a estudar, discutir e analisar mais intensamente o tema de metodologia de pesquisa em engenharia de produção.
Percebemos que a engenharia de produção, se tem partes que são “laboratoriáveis”, podendo compartilhar métodos de pesquisa com outras áreas mais tecnológicas da engenharia,
tem também áreas de pesquisa limítrofes e até superpostas a áreas da administração
de empresas, claramente uma ciência social. Concluímos que, se pretendíamos
que nossas atividades de pesquisa pudessem ser consideradas como “ciência” e que se estávamos
lidando, pelo menos em algumas de nossas áreas de atuação, com sistemas sociais ou sociotécnicos – como os sistemas produtivos das organizações –, teríamos necessariamente
de nos tornar proficientes também nas metodologias de pesquisa em ciências sociais.
O esforço desse grupo culminou com a formatação e introdução de um seminário de metodologia de pesquisa para nossos mestrandos e doutorandos, que tive o prazer de conduzir por alguns semestres, do início para meados dos anos 90, e que incluía não apenas o estudo de métodos quantitativos de pesquisa – com os quais estávamos relativamente
mais familiarizados –, mas também (e esta talvez tenha sido a maior inovação do seminário) o estudo dos métodos qualitativos das ciências sociais.
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Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações ELSEVIER
A partir daí passamos, na Escola Politécnica, a ter padrões de exigência metodo-
lógica mais elevados nas orientações e avaliações de nossas dissertações de mestrado e
teses de doutoramento. Movimentos similares ocorreram paralela e subsequentemente
em outros departamentos de engenharia de produção no país. Gradualmente, junto com
a crescente integração do Brasil (e seus pesquisadores) com a comunidade global de pes-
quisa, principalmente a partir de meados dos anos 90, a lacuna tem sido reduzida entre a
robustez metodológica das peças de pesquisa produzidas no Brasil e aquelas produzidas
nos melhores centros do mundo.
Isso tem duas implicações: uma é que nossas pesquisas aumentam suas possibi-
lidades de ser publicadas nos periódicos internacionais mais prestigiosos e importantes
(que têm, em geral, padrões de exigência mais altos no quesito metodologia de pesquisa)
– e isso tem sido uma exigência crescente, tanto do ponto de vista da Capes como das
próprias instituições de ensino e pesquisa. Entretanto, e acima de tudo, a implicação mais
importante é que o bom uso de metodologia é condição essencial para que nossos esfor-
ços de pesquisa de fato contribuam, sobre bases científi cas sólidas, para a expansão do
conhecimento que, em última análise, vai contribuir com o desenvolvimento de processos
produtivos melhores, mais efi cientes e sustentáveis e, por conseguinte, com a construção
de uma sociedade melhor e mais justa.
É importante que o pesquisador tenha muito claro que o que separa um trabalho
científi co de um trabalho meramente opinativo, de “divulgação” ou “jornalístico” é o uso
de metodologia científi ca robusta (embora o bom jornalismo possa também não prescin-
dir do uso de metodologias adequadas). Metodologia científi ca bem escolhida e usada
não apenas dá legitimidade às conclusões atingidas pela pesquisa, mas, acima de tudo, informa a respeito de como chegar a melhores conclusões, que estejam mais próximas da
verdade buscada.
Embora esse esforço de formação de pesquisadores em engenharia de produção
mais bem equipados do ponto de vista metodológico esteja em constante evolução no
país, ainda havia uma lacuna importante: a inexistência até agora de um manual, um livro
que compilasse as principais abordagens e técnicas metodológicas quantitativas, qualita-
tivas e híbridas, tendo como foco específi co a pesquisa em engenharia de produção.
Este livro contribui substancialmente para preencher essa lacuna. É leitura obriga-
tória para estudantes, professores e pesquisadores que pretendam dar uma contribuição
mais efetiva para a expansão do conhecimento na área de engenharia de produção e, claro, como consequência, ter suas pesquisas publicadas nos melhores periódicos do mundo.
Henrique Corrêa
Rollins College, Winter Park, Flórida, Estados Unidos
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Sumário
Introdução....................................................................................................................1
Referências............................................................................................4
Capítulo 1 Princípios da Pesquisa Científica..................................................5
1.1. Introdução..................................................................................5
1.2. O papel dos modelos..................................................................9
1.3. Teoria e fatos............................................................................12
1.4. Hipóteses.................................................................................16
1.5. Concepções metodológicas da ciência......................................19
1.5.1. Indutivismo.................................................................20
1.5.2. Falsificacionismo.........................................................22
1.5.3. Paradigmas da pesquisa científica................................25
1.5.4. Programas de pesquisa.................................................26
1.6. Considerações finais.................................................................28
Referências...............................................................................29
Capítulo 2 Planejamento do Projeto de Pesquisa e Definição do Modelo Teórico......................................................................................................31
2.1. Pesquisa e geração de conhecimento em engenharia
de produção e gestão de operações...........................................33
2.2. Um pouco da evolução da pesquisa em engenharia
de produção e gestão de operações...........................................35
2.3. O processo de pesquisa em engenharia de produção e gestão
de operações: visão geral...........................................................36
2.4. Começando a jornada: da inquietação à definição
do problema de pesquisa...........................................................36
2.5. A elaboração do modelo ou a contribuição teórica...................38
2.6. O delineamento da pesquisa.....................................................41
2.7. Considerações finais.................................................................42
Referências...............................................................................43
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Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações ELSEVIER
Capítulo 3 ABordaGens QuantitatiVa e QualitatiVa ...................................45
3.1. Abordagem quantitativa ..........................................................45
3.2. Abordagem qualitativa ............................................................50
3.3. Abordagem combinada ...........................................................55
3.4. Considerações fi nais ................................................................60
Referências ..............................................................................61
Capítulo 4 MÉtodos de Pesquisa Adotados na EnGenHaria de
Produção e Gestão de OperaçÕes ................................................63
4.1. Introdução ...............................................................................64
4.2. Tipos de pesquisa: comparação com resultados internacionais ..... 67
4.3. Métodos de pesquisa ...............................................................69
4.4. Considerações fi nais ................................................................71
Referências ..............................................................................72
Capítulo 5 LeVantamento Tipo SURVEY ............................................................73
5.1. Introdução ...............................................................................73
5.2. Tipos de variáveis geradoras de dados .....................................74
5.3. Planejamento da pesquisa ........................................................76
5.4. Análise exploratória dos dados ................................................81
5.5. Diretrizes para a análise dos dados ..........................................84
5.5.1. Relação de dependência ..............................................84
5.5.2. Relações de interdependência .....................................89
5.6. Surveys — tipos e estruturação ................................................91
5.6.1. Tipos de surveys ..........................................................92
5.6.2. Etapas de estruturação de um levantamento tipo
survey ..........................................................................93
5.6.2.1. Desenvolvimento de um modelo teórico-
conceitual e constructos ................................93
5.6.2.2. Caracterização da população e amostra.........94
5.6.2.3. Construção do instrumento de coleta
de dados — questionário ..............................95
5.6.2.4. Coleta dos dados e taxa de retorno ...............96
5.6.2.5. Análise dos dados e interpretação
dos resultados ................................................97
5.7. Considerações fi nais ................................................................99
Referências ..............................................................................99
Apêndice 1 – Exemplos de Tipos de Experimentos ..............101
Apêndice 2 – Exemplos de Medidas de Variabilidade em
Dados Quantitativos e Qualitativos ......................................112
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Sumário
Apêndice 3 – Exemplos de Modelos com Variável
de Resposta Qualitativa .........................................................116
Apêndice 4 – Exemplos de Análise de Agrupamento para
Dados Quantitativos em Agrupamentos Hierárquicos, Não
Hierárquicos e Análise de Correspondência ............................ 123
Capítulo 6 Adoção do Estudo de Caso na EnGenHaria de Produção .....129
6.1. Introdução .............................................................................129
6.2. Estruturação inicial de um estudo de caso .............................130
6.3. A condução do estudo de caso ...............................................131
6.3.1. Defi nição de uma estrutura conceitual teórica ..........132
6.3.2. Planejamento do caso ...............................................132
6.3.3. Condução de um teste-piloto ...................................134
6.3.4. Coleta dos dados.......................................................135
6.3.5. Análise dos dados .....................................................136
6.3.6. Geração do relatório da pesquisa ..............................138
6.4. Recomendações para o estudo de caso ...................................140
6.5. Considerações fi nais ..............................................................142
Referências ............................................................................142
Capítulo 7 Pesquisa-ação na EnGenHaria de Produção ............................145
7.1. Introdução .............................................................................145
7.2. Cientifi cidade da pesquisa-ação ............................................148
7.3. Estruturação da pesquisa-ação ..............................................150
7.3.1. Planejar a pesquisa-ação ...........................................151
7.3.1.1. Defi nir contexto e propósito .......................152
7.3.1.2. Defi nir a estrutura conceitual-teórica .........153
7.3.1.3. Selecionar unidade de análise e técnicas
de coleta de dados .......................................154
7.3.2. Coletar os dados .......................................................155
7.3.3. Analisar os dados e planejar as ações ........................156
7.3.4. Implementar plano de ação .......................................157
7.3.5. Avaliar resultados e gerar relatório ............................157
7.3.6. Monitoramento ........................................................158
7.4. Validade e confi abilidade da pesquisa-ação ...........................160
7.5. Considerações fi nais ..............................................................161
Referências ............................................................................162
Capítulo 8 ModelaGem e Simulação .............................................................165
8.1. Introdução .............................................................................165
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Metodologia de Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações ELSEVIER
8.2. Um breve histórico da pesquisa baseada em metodologias
quantitativas ..........................................................................168
8.2.1. Gestão científi ca .......................................................168
8.2.2. Origens e desenvolvimento da pesquisa operacional ..... 169
8.2.3. O gap entre teoria e prática da pesquisa operacional .....173
8.3. Tipologia de metodologias quantitativas ...............................174
8.3.1. Pesquisa axiomática quantitativa ...............................175
8.3.2. Pesquisa axiomática normativa .................................175
8.3.3. Pesquisa axiomática descritiva ..................................176
8.3.4. Pesquisa empírica quantitativa ..................................177
8.3.5. Pesquisa empírica descritiva ......................................178
8.3.6. Pesquisa empírica normativa.....................................179
8.4. Processo de modelagem e abordagem de pesquisa
operacional ............................................................................180
8.4.1. Processo de modelagem matemática .........................180
8.4.2. Abordagem de pesquisa operacional .........................181
8.5. Classifi cação de modelos de pesquisa operacional e métodos
de resolução ...........................................................................185
8.5.1. Modelos de programação matemática
(determinísticos) .......................................................186
8.5.2. Modelos estocásticos (ou probabilísticos) .................186
8.5.3. Modelos de simulação ..............................................187
8.5.4. Métodos de solução dos modelos .............................188
8.6. Alguns exemplos de aplicações de sucesso de pesquisa
quantitativa ............................................................................190
8.7. Considerações fi nais ..............................................................192
Referências ............................................................................192
ConsideraçÕes Finais .............................................................................................195
AneXos ............................................................................................199
Anexo 1 – Exemplo de fi cha de registro de dados ............................201
Anexo 2 – Exemplo de registro geral de fontes bibliográfi cas ..........204
Anexo 3 – Exemplo de roteiro de entrevista ....................................208
Anexo 4 – Exemplo de parte de um protocolo de pesquisa ..............214
Anexo 5 – Roteiro para elaboração de um projeto de pesquisa ........225
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